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Alimentos ricos em cálcio ajudam a ter dentes fortes


O cálcio é um mineral essencial para o organismo, serve como matéria-prima para a formação de tecidos duros, como ossos e dentes. Assim, uma alimentação rica em cálcio, conciliada com higiene bucal adequada, faz com que os dentes fiquem fortes por toda a vida.
O Ministério da Saúde recomenda o consumo de 1.000 miligramas de cálcio ao dia para adultos e de 700 miligramas para crianças de 7 a 10 anos. Para as mulheres que já passaram pela menopausa o consumo deve ser de 1.300 miligramas por dia, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). A ingestão do mineral também deve ser aumentada no crescimento, durante a gravidez e no período da lactação (veja tabela abaixo).
Onde encontrar
O cálcio está presente nos vegetais verde escuros – brócolis, espinafre, agrião –, nos cereais integrais, em peixes – salmão, bacalhau, sardinha –, na soja e também no leite e derivados. Porém, segundo a nutricionista funcional, Christiane Vitola, o cálcio presente no leite e nos derivados não é tão absorvido pelo nosso organismo. “O leite é pobre em magnésio, componente essencial para absorção do cálcio”, diz.
Falando em absorção, a vitamina D tem papel fundamental na fixação do cálcio nos tecidos duros. A principal fonte é o sol, pelo menos 15 minutos diariamente. Mas alimentos como ovos, óleos vegetais, manteiga e vísceras animais também contêm a vitamina.
Para evitar que o cálcio não seja boicotado, o ideal é não combinar as fonte do mineral com fibras, além de evitar cafeína e proteína em excesso. Para garantir a quantia diária ideal para o corpo, é importante ingerir esses alimentos na maioria das refeições.
Necessidade diária de cálcio
• Até os 6 meses: (o aleitamento materno é suficiente) 400 mg 
• 6 a 12 meses: 600 mg 
• 1 a 5 anos: 800 mg 
• 6 a 10 anos: 800 mg a 1.200 mg 
• 11 a 24 anos: 200 mg a 1.500 mg 
• 25 a 50 anos: 1.000 mg 
• Gestantes e mulheres que amamentam: 1.200 mg 
• Acima de 65 anos: 1.500 mg
Alimentos que contêm cálcio
• Acelga (1 pires): 73 mg 
• Amêndoas (1/4 de xícara): 92 mg 
• Brócolis (1 pires): 88 mg 
• Couve (1 pires): 152 mg 
• Espinafre (1 pires): 138 mg 
• Folhas de beterraba: (1 pires) 99 mg 
• Folhas de mostarda: (1 pires) 183 mg 
• Folhas de nabo: (1 pires) 184 mg 
• Tofu (1/2 xícara): 258 mg 
• Sardinha em lata (1 unidade com espinha): 86 mg

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TECNOLOGIA ULTRASSÔNICA NO TRATAMENTO ODONTOLÓGICO

A Odontologia minimamente invasiva proporciona maior conforto ao paciente. A odontologia ultrassônica vai ao encontro das mais atualizadas tendências que associam máxima preservação das estruturas dentárias a tratamentos minimamente invasivos.
Conheça as principais vantagens do sistema ultrassônico:
Evita anestesia em aproximadamente 70% dos casos
Tratamento com menos dor
Não corta tecido mole
Não possui o ruído indesejável da turbina de alta rotação
Possibilita melhor campo de visão e facilita acesso
Maior biossegurança
Permite tratamento mais confortável

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Disfuncao da ATM e dores orofaciais



O que é dor orofacial?
Dor orofacial pode ser definida como uma dor que acomete a região orofacial, ou seja, a boca, a face, a cabeça e o pescoço. São dores que podem ocorrer devido a problemas musculares, da articulação temporomandibular (ATM), dos dentes, dos vasos sanguíneos e/ou dos nervos. Dentre as condições dolorosas mais comuns da região orofacial, destacam-se as dores de origem músculo-esquelética, mais conhecidas pelo termo disfunções temporomandibulares (DTMs).

O que é DTM?
DTM é um termo que inclui um número de problemas clínicos que envolvem a musculatura mastigatória, a ATM e estruturas associadas, ou ambas. Pode gerar dores de cabeça, cansaço muscular, dor nas ATMs, dores próximas à região do ouvido, dores na região do pescoço, mordida instável e/ou dificuldade de mastigação.

Quais são os sintomas mais comuns?
Dor na região do ouvido sem infecção, dor ou desconforto na região da ATM mais comumente ao acordar ou no final da tarde, dor na ATM durante a fala ou a mastigação, dificuldade para abrir ou fechar a boca, cansaço nos músculos da face e/ou da mastigação, sensibilidade dentária quando não há nenhum problema aparente.

O que pode causar DTM?
Cada indivíduo engole cerca de 2.000 vezes por dia, o que gera o contato dos dentes superiores e inferiores. Assim, situações como mordida instável, dentes perdidos, mau alinhamento dentário, apertamento e/ou rangido dos dentes (também conhecido como bruxismo), trauma na cabeça ou no pescoço e má postura podem causar problemas, pois os músculos têm de trabalhar mais para compensar essas falhas. Assim, os músculos podem entrar em fadiga e alterar toda a função do sistema mastigatório, causando dor e desconforto.

O que é o bruxismo?
Bruxismo é o apertamento ou rangido dos dentes, que pode ocorrer enquanto o indivíduo está acordado ou dormindo. É uma atividade danosa ao sistema mastigatório, pois pode gerar desgaste dos dentes ou dor muscular, entre outros problemas. Indivíduos com dentes desgastados, portanto, necessitam de uma avaliação para verificar se possuem quadro de bruxismo ativo e se há necessidade de tratamento. É importante ressaltar que alguns medicamentos podem induzir ou agravar essa situação.

O que eu posso fazer para tratar a DTM?
A maioria dos casos pode ser tratada pela promoção de repouso das articulações e dos músculos mastigatórios. Isso pode ser conseguido por meio de manobras odontológicas, como por exemplo, a confecção de placas oclusais, utilização de medicamentos e, fundamentalmente, pela aquisição de novos hábitos saudáveis. Em muitos casos, o paciente po­de apresentar melhora com manobras simples, como adoção de dieta com alimentos macios, exercícios físicos para os músculos da mastigação, educação das funções mastigatórias, compressas quentes e frias e controle do apertamento dentário. Em casos muito específicos, pode ser necessária uma intervenção cirúrgica.

A DTM é permanente?
Essa condição é episódica e pode ocorrer em fases de estresse ou após algum evento físico (como um trauma) ou emocional. É fundamental, entretanto, que o paciente procure por tratamento para que a dor não se torne crônica (de longa duração), o que torna o tratamento muito mais difícil.

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Antibioticos danificam os dentes?


Antibiótico causa cárie dentária?
Não. Apesar de freqüentemente pessoas relacionarem a presença de lesões de cárie com o consumo de antibióticos, principalmente durante a infância, os medicamentos antibacterianos não estão entre os fatores causadores da doença cárie dentária.

Por que é comum as pessoas relacionarem o uso de antibióticos com a cárie dentária?
Alguns pesquisadores afirmam que essa relação é percebida pela população devido ao efeito do antibiótico sobre os microorganismos. Para algumas pessoas, na medida em que os antibióticos destroem os microorganismos, eles também poderiam destruir os dentes. Outra possível explicação para tal relação pode ser devido à utilização em um passado recente do antibiótico tetraciclina em crianças, que levou a manchamentos nos dentes, os quais poderiam ser percebidos pela população como cárie.

A Tetracilina mancha os dentes?
O antibiótico tetraciclina, quando utilizado no período em que os dentes estão sendo formados (dentes de leite anteriores: da metade da gravidez até 4-6 meses de vida; dentes permanentes anteriores: até 7-8 anos de idade) pode induzir a formação de manchas de coloração amarelada ou marrom-acinzentada na estrutura dentária. É importante ressaltar que essas alterações só ocorrem se a tetraciclina for utilizada no período em que os dentes estiverem em processo de formação. Seu uso quando os dentes já estão formados ou mesmo presentes na boca não causa efeito algum ao dente.


Então, apenas a Tetracilina pode causar efeitos negativos no dente?
É importante refletirmos sobre três pontos:
1º Os antibióticos e demais medicamentos, como xaropes, prescritos para crianças, geralmente apresentam-se sob a forma de suspensões adocicadas, freqüentemente com sacarose, para serem aceitas mais facilmente pelo paciente infantil.
2º Além da presença do açúcar, muitos medicamentos também apresentam alta acidez, favorecendo a perda da porção mineral da estrutura dentária.
3º Pais de crianças enfermas geralmente são menos rigorosos com a higiene bucal de seus filhos.
Assim, uma criança que toma um medicamento adocicado e ácido, de 6 em 6 ou de oito em oito horas, inclusive de madrugada, e com a escovação negligenciada, certamente apresentará maior risco de ter problemas dentários; principalmente se essa condição se mantiver por um longo período de tempo. Sob estas circunstâncias, o uso de qualquer medicamento pode aumentar o risco de desenvolvimento da cárie.

Então, o que causa problema nos dentes não é o antibiótico, mas a forma como ele é administrado?
Isso mesmo. O que pode aumentar o risco de problemas dentários não é o princípio ativo do medicamento, e sim a forma como ele é administrado: solução adocicada e/ou ácida. Se o mesmo medicamento fosse administrado na forma de cápsulas, comprimidos ou injeções, haveria risco menor de prejuízo aos dentes.

Existe alguma maneira de diminuir a ação deletéria do medicamento utilizado na forma de suspensão para crianças?
Sim. Os possíveis danos dentários decorrentes do uso de medicamentos açucarados podem ser anulados facilmente com a adoção de um hábito simples: realizar a higiene bucal, com escova, pasta e fio dental após cada dose da medicação.
No caso de bebês, limpar os dentes com uma fralda de tecido ou gaze umedecida em água filtrada. No caso de medicamentos ácidos, o ideal seria que eles fossem dados à criança após uma higiene bucal bem feita, pois as bactérias que causam a cárie dentária e a inflamação gengival estão na placa bacteriana, que acumula ao redor dos dentes quando estes não são limpos.
  • Luiz Evaristo Ricci VolpatoDoutorando em Odontopediatria da Faculdade de Odontologia de Bauru da Universidade de São Paulo, Professor da Faculdade de Odontologia de Cuiabá.
  •  Andrea AnzaiDoutoranda em Odontopediatria da Faculdade de Odontologia de Bauru da Universidade de São Paulo.
  • Salete Moura Bonifácio da SilvaProfessora Doutora da Disciplina de Odontopediatria da Faculdade de Odontologia de Bauru da Universidade de São Paulo.
  • Maria Aparecida de Andrade Moreira MachadoProfessora Associada da Disciplina de Odontopediatria da Faculdade de Odontologia de Bauru da Universidade de São Paulo.

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Agentes quimicos na manutencao e recuperacao da saude bucal

A placa bacteriana é um dos fatores etiológicos importantes na ocorrência da cárie e doença periodontal, sendo seu controle fundamental para a manutenção da saúde bucal. Placa é uma massa bacteriana mole e branca que se deposita continuamente em camadas na superfície do dente e se apresenta aderida. A remoção dessa placa pode ser feita através da limpeza mecânica dos dentes. Esse procedimento pode ser realizado adequada e satisfatoriamente pelo paciente, desde que esteja em condições normais de saúde geral. Cabe ao cirugião-dentista orientá-lo quanto a técnica de escovação mais indicada, escova, creme dental, fio dental e, se necessário, quanto ao uso de agentes químicos para bochecho especificamente prescritos para cada caso.


Qual a função dos agentes químicos?
São substâncias químicas que atuam nas bactérias presentes na cavidade bucal, sendo utilizadas para auxiliar no controle e na redução da formação da placa bacteriana. Vale ressaltar que o método mais difundido de remoção de placa é o mecânico, realizado através da escovação associada ao uso do fio dental. Esses agentes complementam, auxiliam a escovação. Não existe agente químico capaz de remover a placa e nem de substituir a escovação.

Quais são os agentes mais usados para o bochecho e como agem?
Clorexidina - É um agente de efetiva e comprovada atividade antimicrobiana e eficiente no controle de placa devido às suas propriedades de retenção e de liberação lenta na boca. Pode desencadear manchamento nos dentes (que pode ser removido com profilaxia profissional) e perda temporária do paladar. Exemplos: Periogard, Duplac, Plackout.

Cloreto de cetilpiridínio - É considerado um anti-séptico e desinfetante de efeito moderado devido ao curto período de retenção na cavidade bucal. Quando usado em maior freqüência, pode apresentar como efeitos colaterais ulcerações e sensação de queimação da língua. Exemplos: Cepacol, Oral B, Kolynos.

Triclosan - É um agente antibacteriano de amplo uso e, em acréscimo, tem efeito antiinflamatório. Isoladamente, tem efeito antiplaca moderado e, por isso, as formulações ativas apresentam associação com gantrez ou zinco. O gantrez potencializa o efeito do triclosan por aumentar sua retenção na cavidade bucal, e o zinco, por sinergismo de efeito antibacteriano. Tem como vantagem o fato de ser utilizado com sucesso no tratamento de ulcerações, não apresentar mudança ou perda do paladar e nem o manchamento dos dentes, o que pode ocorrer com o uso da clorexidina. Exemplo: Plax.

Quando utilizar esses agentes químicos?
A utilização de um agente químico para bochecho durante o tratamento, seja ele de gengiva, pré ou pós-cirúrgico, de manutenção das condições de saúde bucal, deve ser adotada a partir da prescrição feita por um profissional. O paciente receberá orientações quanto à forma e ao tempo de uso, que estão relacionados à finalidade de sua indicação e às características de cada paciente. Por exemplo, no caso de pacientes com necessidades especiais, os quais normalmente têm dificuldade para realizar a escovação; pacientes com problemas de saúde sistêmicos que predispõem à ocorrência de doenças periodontais; pacientes com dificuldades de higienização pelo uso de aparelho ortodôntico e uma série de outros casos que requerem a indicação de um agente químico. O paciente deve retornar periodicamente ao cirurgião-dentista para uma reavaliação das condições de saúde bucal e para o reforço das orientações de autocuidado e auto-exame, importantes para a manutenção da saúde e prevenção de doenças, que podem ir desde um processo inicial de cárie ou sangramento gengival até uma lesão inicial de câncer bucal, daí a sua importância.

Fonte: http://www.apcd.org.br/index.aspx?Pagina=oop_062004.html

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Coroa para Dentes Anteriores


0 que é coroa?
É o nome que se dá a uma prótese que visa substituir a coroa de um dente natural que foi prejudicada em sua estrutura e em sua beleza.

É necessário afinar (desgastar) o dente para confeccionar uma coroa?
Sim. Somente dessa maneira se obtém espaço suficiente para a confecção de uma coroa semelhante à forma e ao tamanho de um dente natural.

Quais os tipos de materiais utilizados?
Resina acrílica e porcelanas. Para dar maior resistência, pode-se utilizar estruturas internas de metal (ligas de ouro ou ligas alternativas).

Qual a diferença entre resina e porcelana?
A resina é um material de manuseio mais simples que a porcelana. Apresenta um maior desgaste e, com o tempo, a alteração da cor também é maior. A porcelana apresenta maior dureza e estabilidade de cor e supre melhor o quesito estético.

Há riscos de fraturas?

A coroa artificial, quando bem executada, corre os mesmos riscos que os dos dentes naturais, estando exposta aos mesmos acidentes. Os cuidados devem ser iguais aos tomados com os dentes naturais.

E necessário tratar o canal de um dente que irá receber uma coroa?
Sempre que possível, deve-se evitar o tratamento de canal. Isso, em algumas situações, é necessário para que, dentro do canal tratado, seja instalado um pino metálico, a fim de aumentar a resistência do dente e para reter a coroa artificial.

Enquanto a prótese é confeccionada no laboratório, o que se usa sobre o dente desgastado?
Coroas provisórias de acrílico, que são executadas imediatamente e colocadas sobre o dente desgastado, suprindo as necessidades estéticas e funcionais. Essa coroa, de pois, será removida e substituída pela chamada "definitiva".

Como a coroa é fixada ao dente?
0 próprio encaixe sobre o dente desgastado já é uma forma de retenção, que será melhorada com agentes cimentantes específicos que, além de aumentarem a retenção, irão promover o vedamento.

Qual o motivo do escure cimento próximo à gengiva?
Muitas vezes, esse escurecimento é causado pela transparência dos tecidos gengivais que, por serem finos, mostram a sombra de uma raiz escurecida. Outras vezes, é a cinta de metal que, por falha técnica, ficou visíbem executada, corre os um afastamento gengival expondo a área da emenda entre a coroa artificial e o dente.

Quanto tempo dura uma coroa?
A durabilidade dependerá, por parte do profissional, da acertada indicação, execução e escolha do material e, principalmente, por parte do paciente, através dos cuidados com a higienização e a utilização dessa prótese. Não existem prazos definidos de longevidade, por esta depender de inúmeros fatores.

Orientações sugeridas por Luiz Paulo Restiffe de Carvalho - Professor Coordenador e Responsável pelo Curso de Tratamento Clínico Integrado da EAP Central - APCD. 

REVISTA DA APCD V. 51, Nº 5, SET./OUT. 1997

Fonte: http://www.apcd.org.br/index.aspx?Pagina=oop_101997.html

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Doenca Periodontal

Fonte: http://3.bp.blogspot.com/-M6fRfyhfdB4/ThI-dKBUw9I/AAAAAAAABA4/W8MpvYraidE/s1600/periodontite.jpg


0 que é periodonto?
É o conjunto de tecidos que está ao redor do dente e que é responsável pela sua fixação: gengiva, osso alveolar e fibras que ligam raiz ao osso.

0 que é Doença Periodontal (DP)? É a mesma coisa que gengivite?
É o comprometimento dos tecidos periodontais pelo processo inflamatório, que leva à reabsorção do osso que está ao redor das raízes dos dentes, enquanto que, na gengivite, não há alteração óssea, pois a inflamação só atinge a gengiva.

Como posso saber se já tenho a DP?
0 sinal mais característico é o sangramento, mas devemos estar atentos também para: alterações na posição dos dentes, mobilidade, retrações gengivais, retenções de alimento, inchaço etc.

Ao perceber sangramento durante o uso do fio dental, devo suspender esse procedimento de limpeza?
Não, desde que esteja passando o fio corretamente. 0 sangramento denota a presença de bactérias nessa região e, dessa forma, é conveniente continuar com o uso do fio na tentativa de removê-las.

Existem medicamentos indicados para o tratamento?
Não é possível o tratamento desta doença somente com medicamentos, sejam estes locais ou sistêmicos. A placa bacteriana aderida ao dente tem que ser removida mecanicamente.

Qual a causa da DP?
A placa bacteriana aderida ao dente é a única causa, porém algumas alterações na gengiva podem estar associadas a causas hormonais, uso de alguns medicamentos, queda de resistência etc.

Corno o tratamento é realizado pelo cirurgião-dentista?
É feito com a remoção da placa bacteriana aderida através de raspagem e alisamento das raízes dos dentes. Quando os instrumentos de raspagem não atingem toda área da raiz comprometida, as cirurgias são indicadas; para facilitar o acesso.

Uma vez tratada a doença, os tecidos recuperam-se integralmente?
Não, sempre ficam seqüelas, com exceção das gengivites. A doença periodontal deixa como seqüelas alterações estéticas como: deslocamento na posição do dente, retração gengival com conseqüente aumento no comprimento do dente etc. Existem procedimentos cirúrgicos e protéticos que podem miminizar esses defeitos.

De quando em quando se fazem os retornos para a manutenção após o tratamento?
As visitas para manutenção devem assegurar a estabilidade da condição de saúde alcançada com o tratamento e, assim, evitar tanto a o progressão da doença como a sua recidiva.

Nos casos mais avançados, recomenda-se uma periodicidade de 3/3 meses e de 4/6 meses para a maioria das pessoas.

E possível prevenir esta doença?
A sua prevenção pode ser feita unicamente removendo a placa bacteriana através de limpeza bucal doméstica com fio dental e escova, mais limpezas periódicas feitas pelo dentista. 
Prevenção: Limpeza bucal doméstica + Limpeza profissional de 6/6 meses.

Orientações sugeridas por Cid Ferraz - Pós-graduando em Periodontia pela Universidade de Oslo - Noruega - e por Leda Viegas Garbino - Especialista em Periodontia. 

REVISTA DA APCD V. 48, Nº 6, NOV./DEZ. 1994

Fonte: http://www.apcd.org.br/index.aspx?Pagina=oop_121994.html

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Facetas Laminadas

Fonte: http://nataliamosca.com.br/wp-content/themes/odontart/images/tratamentos/facetas-laminadas-antes.jpg

0 que é faceta (laminado de porcelana)?
0 laminado é uma restauração que envolve apenas a face vestibular (frontal) dos dentes. Esse tipo de restauração pode ser executada com resina composta (diretamente na boca do cliente), com resina elaborada laboratorialmente ou, ainda, com porcelana, que traz as vantagens estéticas e de estabilidade de cor, também executadas no laboratório, ou seja, fora da boca.

Em que situação é recomendada?
A faceta Iaminada geralmente é recomenda da por motivos estéticos, tais como dentes escurecidos ou excessivamente restaurados na face frontal; além disso, pode corrigir o aspecto anatômico de dentes malforrnados.

É uma novidade na Odontologia?
Sim. Ainda são poucos os dentistas que fazem esse tipo de trabalho.

Qual a vantagem desse tratamento?
A vantagem primordial consiste na preservação de estrutura dental sadia. Com essa técnica, desgastam-se menos os dentes.

Substitui a coroa de jaqueta?
Com certeza, nos casos onde é apenas necessário restaurar a face (vestibular) dos dentes, não estando as outras faces comprometidas por cáries ou restaurações, a ponto de justificar o desgaste para a colocação de jaqueta ou coroa metalocerâmica.

É resistente?
Os processos atuais e os materiais de confecção empregados hoje em dia, bem como a evolução dos métodos de colagem, tomaram as facetas laminadas um tratamento bastante confiável.

Destaca-se facilmente?
Não, desde que se providencie boa colagem e boa silanização (processo que possibilita adesão da resina cimentante com a superfície interna da faceta de porcelana).

A cor se mantém?
Como as porcelanas têm boa estabilidade de cor, as facetas confeccionadas com esse material não sofrem alteração.

Precisa de controles e manutenção periódicos?
Como qualquer tipo de restauração, as facetas laminadas exigem reavaliação constante; contudo, a manutenção consiste apenas na higienização das superfícies dentais e, em especial, da junção dente-restauração.

Enquanto é feita, os dentes ficam desprotegidos?
Durante a fase de confecção da faceta laminada no laboratório, o dentista deve colar uma faceta de resina provisória com adesão limitada a uma pequena área, para facilitar a remoção na consulta final.

0 custo é alto?
0 custo é comparável ao de uma coroa metalocerâmica ou coroa totalmente cerâmica.

Qual a durabilidade?
A durabilidade está associada ao sucesso da colagem, tanto na superfície cerâmica quanto no dente, pois a porcelana, uma vez colada, torna-se extremamente resistente. 
Orientações sugeridas por Sérgio Lian Branco Martins - Especialista em Prótese e Periodontia.

REVISTA DA APCD V. 50, Nº 4, JUL./AGO. 1996

Fonte: http://www.apcd.org.br/index.aspx?Pagina=oop_081996.html

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