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FIO OU FITA DENTAL?


Fio e fita dental têm diferenças de indicação:
Tão importante quanto escovar os dentes é usar o fio dental. Com ele, é possível limpar as áreas que a escova não alcança. Existem dois tipos de instrumentos para isso: a fita e o fio dental. A diferença está no formato.
A fita dental é mais fina e achatada. Com filamento único, não afrouxa como o fio, que tem vários filamentos em formato cilíndrico. Quanto à eficiência, as duas são semelhantes. A fita é maior e, por isso, demora menos tempo para retirar os restos alimentares que ficam entre os dentes. Porém, para pessoas com pouco espaço na arcada, com apinhamento – um dente fica em cima do outro –, o fio é mais indicado.
Para saber qual a melhor opção para cada caso, o ideal é experimentar os dois tipos ou procurar o dentista. “O profissional é a pessoa indicada para orientar qual o melhor fio para o paciente”, diz o cirurgião-dentista, Mauro Piragibe, consultor científico da Associação Brasileira de Odontologia (ABO).
O especialista ressalta que o mais importante é saber usar, tanto o fio quanto a fita, para não machucar a gengiva. “O paciente deverá fazer movimentos suaves ao passar o fio entre os dentes, sem causar impactos na gengiva, mexendo para cima e para baixo, de um lado do dente e depois do outro”, afirma.
Uma dica para quem prefere a fita, mas tem alguns lugares mais apertados na arcada, é transformá-la em fio. “Em uma região onde os dentes são apertados, inserimos a fita, ao tracionarmos as pontas, ela modela como um fio”, diz Mauro.


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12 dicas para uma saúde oral exemplar

Mais do que manter os dentes brancos e a boca fresca, uma boa saúde oral é a melhor arma contra a acumulação de placa bacteriana e tártaro, evitando assim males piores, como as cáries, mau hálito, gengivite ou periodontite.
  1. A regra de ouro para uma saúde oral exemplar é escovar os dentes três vezes ao dia, depois das refeições e durante dois minutos. Se não for possível lavar os dentes à hora do almoço, por exemplo, faça os possíveis para respeitar pelo menos as outras duas escovagens.
  2. Utilize fio dental antes de cada escovagem, é o aliado perfeito para chegar aos espaços onde a escova de dentes não chega (espaço entre os dentes, espaço entre os dentes e as gengivas), evitando assim a formação de placa bacteriana. Se não for possível passar o fio dental antes de cada escovagem, deve fazê-lo pelo menos à noite quando lavar os dentes antes de se deitar.
  3. A escolha de uma escova de dentes adequada é tão importante quanto a lavagem – opte sempre por uma escova de dentes com cerdos suaves ou, no máximo, médios.
  4. Para evitar o mau hálito, cada vez que lavar os dentes, escove também a língua.
  5. No que toca à escolha de uma pasta de dentes, saiba que a maioria contém flúor, o que significa que nenhuma é melhor que a outra. Tenha apenas atenção à concentração de flúor: a partir dos 6 anos de idade, a pasta de dentes pode conter entre 1000 e 1500 ppm de flúor. Evite o uso excessivo de pastas dentífricas branqueadoras uma vez que este tipo de produto contém ingredientes abrasivos que podem desgastar os dentes com o passar do tempo e uma utilização continuada.
  6. A utilização de um elixir bocal é a melhor forma de terminar, periodicamente, a lavagem dos dentes, sendo especialmente indicados os elixires com flúor. Estes produtos não devem, porém, ser utilizados em excesso pois podem desequilibrar o funcionamento natural da boca.
  7. Saiba cuidar da sua escova de dentes, respeitando a sua higiene e substituição periódica.
  8. Até aos 30 anos de idade, faça um check-up dentário anual; depois dos 40 anos de idade, vá ao dentista duas vezes por ano.
  9. Para além de serem um dos principais culpados da alteração da cor dos dentes, o café e o tabaco em excesso também podem danificar os dentes.
  10. Evite o consumo excessivo de doces e refrigerantes, lavando muito bem os dentes após a sua ingestão.
  11. Se sentir os dentes sensíveis, as gengivas inchadas, vermelhas ou a sangrar, consulte imediatamente o seu dentista.
  12. A prevenção é mesmo o melhor remédio e fazer da higiene oral diária uma rotina é fundamental para dentes e uma boca sã. Em contrapartida, uma boca saudável auxilia uma dicção clara e correta, assegura um sorriso bonito, ajuda a manter um bom hálito, contribui para o estado geral da sua saúde, facilita o mastigar dos alimentos, reduz a probabilidade de doenças dentais e de boca, reduz as despesas (muitas vezes elevadas) relacionadas com a saúde oral, assegura que mantenha os seus dentes naturais ao longo de toda a vida
fonte: http://gengiva.com/

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Diastema: dente separado é charme ou problema bucal?

Na infância os dentes separados não comprometem a saúde bucal na maioria dos casos, depois disso, precisa de tratamento

Diastema, também conhecido como “dentes separados”, é o espaço entre dois dentes (na maioria dos casos, nos dois superiores da frente) que algumas pessoas acham defeito estético e outras um verdadeiro charme. 
O diastema, que na verdade pode ocorrer em qualquer lugar da arcada superior ou inferior, nem sempre é sinal de problemas com a saúde bucal. “Se o diastema for nos dois dentes da frente, geralmente não há problemas para a saúde bucal e a indicação do tratamento vai depender da necessidade estética ou do comprometimento da dicção”, diz Patrícia de Freitas, professora do Departamento de Dentística da Faculdade de Odontologia da USP.
Agora, se o diastema for nos dentes posteriores, que têm a função de mastigação, o problema deixa de ser estético e passa a ser perigoso para a saúde da boca. Isso porque o espaço entre os dentes vai servir de “esconderijo” de muitos restos alimentares, o que pode causar dor e inflamação da gengiva. “Se a inflamação persistir sem tratamento, pode ocorrer perda de osso ao redor do dente e ainda comprometer a permanência dele na arcada”, diz a especialista. 
Diastema e as fases da vida
Na infância, o diastema é bastante comum, sendo presente em quase 80% das crianças. Nessa fase, os dentes separados não comprometem a estética e até dão uma certa graça ao sorriso dos pequeninos. “Além disso, a presença do diastema na dentição de leite ajuda positivamente o alinhamento espontâneo dos dentes frontais superiores permanentes durante a dentição mista”, diz Patrícia. Segundo a especialista, com o passar do tempo, esse diastema regride e fecha-se espontaneamente ao final da dentição mista. 
Já com a dentição totalmente permanente, o diastema pode ser causado pela diferença de tamanho dos dentes que nasceram ou pela falta de alguns deles na arcada. A demora na troca dos dentes de leite por permanentes, por fatores genéticos, hereditários ou ainda hábitos bucais de sucção como chupar o dedo ou chupeta também podem causar a separação dental.

Tratamentos
Como não é possível evitar o diastema, a melhor opção é procurar o tratamento ideal.  Entre as opções estão os aparelhos ortodônticos ou as restaurações estéticas com resina ou cerâmica. No caso dos tratamentos com restaurações é pouco provável que o diastema volte. Porém, no caso do uso do aparelho ortodôntico o acompanhamento de um dentista é fundamental. 

fonte:  http://saude.terra.com.br/

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A relação entre a boca e a postura


Vários estudos têm demonstrado que existe uma íntima relação entre a boca, mais especificamente a forma de posicionar os dentes chamado cientificamente de oclusão dentária, com a postura do indivíduo.
Isso ocorre porque na maior parte das vezes o hábito de fechar a boca incorretamente é causado por alterações na articulação têmporo-mandibular (ATM) ou pela forma de respirar, pois os que respiram pela boca, além de terem dentes mal posicionados possuem uma má postura notória e o problema não está nos dentes em si mas nas estruturas ósseas relacionadas a eles.
Esta alteração é mais evidente na coluna cervical (pescoço) mas como o corpo vai se adaptando, por compensação toda a coluna acaba por ser afetada por esta alteração inicial na cabeça.
A articulação da mandíbula está intimamente ligada a postura pois o seu posicionamento interfere diretamente na postura da cabeça em relação ao corpo e segundo autores, isto deve-se ao processo de evolução do ser humano.
De acordo com esta teoria a má postura corporal pode ser causada pelas alterações do posicionamento da ATM e pelas alterações respiratórias e ao modificá-las torna-se mais fácil corrigir toda a postura do indivíduo. Da mesma forma quem for corrigir a postura corporal deve ter atenção à ATM e a forma do indivíduo respirar para alcançar o sucesso pretendido.

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Adoçantes: implicações para os dentes e a nutrição


O adoçante substitui o açúcar?
O adoçante é considerado um substituto do açúcar em relação ao paladar, no entanto, é preciso esclarecer que, enquanto o açúcar é calórico, os adoçantes podem ou não conter calorias.
Os adoçantes evitam a cárie dental?
O açúcar ou sacarose é o alimento principal das bactérias que provocam cárie. Os adoçantes não são aproveitados por elas da mesma forma; logo, quando há oferta de adoçantes substituindo a sacarose, o número de bactérias diminui. No entanto, é muito importante lembrar que vários fatores atuam em conjunto para provocar a cárie; assim, a prevenção não pode ser direcionada para um único fator. Além disso, a substituição da sacarose por outros tipos de carboidratos mais complexos (menos utilizados pelas bactérias), seria a escolha mais saudável.
Os adoçantes têm contra-indicação para a saúde geral?
Desde que os adoçantes sejam ingeridos dentro da quantidade recomendada (muitos produtos dietéticos possuem em seu rótulo a dose máxima diária), não há problema. Deve-se tomar cuidado com os adoçantes constituídos de álcool poliídrico (sorbitol, xilitol, maltitol), que não devem ultrapassar a dose de 50 g/dia sob risco de provocarem diarréia. Outro fato a ser lembrado é que o aspartame, por ter fenilalanina, é contra-indicado para pacientes fenilcetonúricos (que não conseguem metabolizar a fenilalanina), sendo este distúrbio muito raro na população (1:16.000).
As crianças podem ingerir adoçantes?
Sim, as crianças podem ingerir adoçantes, mas normalmente recomenda-se apenas para aquelas que realmente têm indicação para o seu uso, como as diabéticas e, em algumas situações, as obesas (indicação médica). No entanto, em relação às crianças com risco aumentado para a cárie dental, o ideal é manter um controle na ingestão de sacarose, tanto na freqüência quanto na quantidade, e reforçar os outros meios preventivos.
O açúcar em forma de sacarose faz falta para crianças?
O açúcar é um alimento considerado uma fonte importante de carboidrato de absorção rápida.
Atualmente, têm-se dado maior ênfase à utilização de carboidratos complexos em detrimento dos simples (de absorção rápida), não apenas devido ao aumento da prevalência de obesidade infantil, mas também como uma forma de prevenção de cárie. Portanto, desde que os carboidratos sejam consumidos na quantidade recomendada (55-60% do valor calórico total da dieta), não há necessidade de se consumir especificamente o açúcar, podendo ser ingerido outro tipo de alimento que seja fonte desse nutriente, principalmente os não-processados, como os integrais.
O uso indiscriminado de refrigerantes diet (com adoçante) faz mal à saúde?
Como ocorre com qualquer alimento, o uso indiscriminado dos adoçantes não é indicado, devendo, portanto, haver moderação. Alguns adoçantes sintéticos como aspartame, sacarina, acesulfame-K e sucralose são aprovados pela Food and Drug Administration (FDA) e, portanto, têm uma regulamentação maior para às doses máximas recomendadas. Os estevosídeos (stévia), apesar de muito utilizados na América do Sul, não são aprovados pelo FDA e, portanto, não têm uma regulamentação específica quanto a doses máximas permitidas. O ciclamato de sódio foi proibido pelo FDA, mas novos estudos comprovaram que a dose tóxica é muito alta, e, por isso, cogita-se a sua reaprovação. Os refrigerantes diet utilizam, em geral, uma mistura de aspartame, sacarina e ciclamato de sódio. A chance de se chegar à dose máxima desses componentes é, praticamente, teórica. Levando-se em conta que os estudos ora aprovam, ora condenam os diversos adoçantes, e tendo em vista que os órgãos controladores seguem os estudos para aprovarem ou não o uso, o mais sensato é utilizar pouco.
E em relação aos chicletes “sugar-free”?
São melhores que os que possuem açúcar, mas deve ser observada a quantidade recomendada. Além disso, o fato de não terem açúcar e estimularem a salivação faz com que ajudem na proteção contra a cárie. Isso vale principalmente para o chiclete com xilitol, pois esse adoçante tem uma ação antibacteriana.
As gestantes podem consumir produtos com adoçantes?
Sim, desde que tenham orientação para a ingestão de uma dieta equilibrada e não utilizem esses produtos em excesso. O aspartame poderia trazer problema no caso de a criança ser fenilcetonúrica, mas esse distúrbio, como dissemos, é muito raro. A sucralose (splenda) é liberada pela FDA para gestantes, pois ela não é absorvida no intestino.

fonte: Portal APCD

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