Ponha no prato alimentos que deixam dentes e gengivas saudáveis
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Dr. Artur José Carreira
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Escova, pasta de dente e fio dental são
indispensáveis para ter dentes saudáveis. Mas se engana quem pensa
que eles são os únicos aliados da saúde bucal. A dentista Oneida Werneck,
presidente da Sociedade Brasileira de Reabilitação Oral, explica que alguns
alimentos são fundamentais para deixar dentes e gengivas saudáveis. "Eles
não substituem os cuidados básicos com a saúde bucal, mas se somam a eles para
conseguir dentes perfeitos." Que tal mudar a alimentação e distribuir mais
sorrisos de hoje em diante?
Vitamina
C
Oneida Werneck
explica que a falta de vitamina C causa
sangramento das gengivas e diminuição da massa óssea, o que
pode levar a perda dos dentes. Mas é bom não exagerar no consumo de alimentos
muito ácidos - como a laranja e o abacaxi, ricos em vitamina C - que causam
desmineralização e deixam o dente mais poroso. E, ao tomá-los, use canudinhos,
impedindo o contato direto com os dentes. Outra opção é fazer um bochecho com
água pura ou mesmo tomar um copo de água para neutralizar o ácido logo após sua
ingestão. "Não se aconselha a escovação dos dentes nesta hora, pois o
atrito da escova com o esmalte descalcificado faz com que ele se desgaste ainda
mais", recomenda a especialista.
Alimentos fibrosos
A mastigação de
alimentos ricos em fibras,
além de contribuir para a saúde gastrointestinal, tem a capacidade de promover
a autolimpeza dos dentes, evitando a formação de placa bacteriana,
a causadora de cáries e gengivite. "Além disso, frutas
como maçã e pera podem substituir doces bem açucarados, os principais
responsáveis pelas cáries", afirma Oneida Werneck.
Leite e derivados
O cálcio presente no leite e derivados dele é
essencial para garantir ossos fortes e saudáveis. E o mesmo vale para os
dentes. O nutriente é parte da composição dos dentes e, em níveis adequados,
garante uma boa saúde a eles, principalmente durante a sua formação. Mas o
cirurgião dentista Rodrigo Guerreiro Bueno de Moraes, consultor científico da
Associação Brasileira de Odontologia (ABO), explica que esses não são a única
fonte de cálcio. Folhas verdes escuras, como a couve, podem compensar essa
demanda - especialmente para quem não gosta ou não tolera a lactose.
Água
"O consumo de água (com gás ou não)é importante para
eliminar detritos, açúcares e ácidos", afirma Oneida Werneck. Além disso,
a água das grandes cidades é fluoretada, que reforça a resistência do esmalte
do dente. "Quando ingerido durante a formação dos dentes, isso é, até os
doze anos de idade, o flúor torna os dentes muito mais resistentes à cárie por
toda a vida".
Chiclete sem açúcar
Mascar chicletes sem
açúcar entre as refeições estimula a formação desaliva,
o que contribui para a limpeza dos dentes. O cirurgião dentista Rodrigo conta
que essas gomas se tornam ainda mais valiosas quando providas do xilitol (veja
o rótulo), um adoçante que ajuda o processo de remineralização dentária e
contribui para a longevidade e a proteção dos dentes.
Alimentos crus
Para mastigar
alimentos crus, geralmente é necessário fazer mais força com os ossos da
mandíbula e do maxilar."Essa força deixa os ossos que sustentam os dentes
mais fortes, garantindo firmeza a eles", conta Rodrigo Guerreiro. Mas não
são apenas os alimentos crus, como maçãs, que ajudam, outros alimentos mais
difíceis de mastigar (como a carne) também cumprem o papel.
Vitamina D
O papel mais
conhecido da vitamina D é
sua atuação na absorção dos minerais cálcio e fósforo, relacionados à formação
óssea. "A vitamina D aumenta a eficiência da absorção intestinal de cálcio
em até 40% e a de fósforo em 80%", afirma a nutricionista Thais Souza, da
rede Mundo Verde. Essa influencia também aparece na arcada dentária, onde a
vitamina D ajuda na fixação do cálcio nas bases ósseas e dentárias.
FONTE:http://www.minhavida.com.br/
FIO OU FITA DENTAL?
Fio e fita dental têm diferenças de indicação:
Tão importante quanto escovar os dentes é usar o fio dental. Com ele, é possível limpar as áreas que a escova não alcança. Existem dois tipos de instrumentos para isso: a fita e o fio dental. A diferença está no formato.
A fita dental é mais fina e achatada. Com filamento único, não afrouxa como o fio, que tem vários filamentos em formato cilíndrico. Quanto à eficiência, as duas são semelhantes. A fita é maior e, por isso, demora menos tempo para retirar os restos alimentares que ficam entre os dentes. Porém, para pessoas com pouco espaço na arcada, com apinhamento – um dente fica em cima do outro –, o fio é mais indicado.
Para saber qual a melhor opção para cada caso, o ideal é experimentar os dois tipos ou procurar o dentista. “O profissional é a pessoa indicada para orientar qual o melhor fio para o paciente”, diz o cirurgião-dentista, Mauro Piragibe, consultor científico da Associação Brasileira de Odontologia (ABO).
O especialista ressalta que o mais importante é saber usar, tanto o fio quanto a fita, para não machucar a gengiva. “O paciente deverá fazer movimentos suaves ao passar o fio entre os dentes, sem causar impactos na gengiva, mexendo para cima e para baixo, de um lado do dente e depois do outro”, afirma.
Uma dica para quem prefere a fita, mas tem alguns lugares mais apertados na arcada, é transformá-la em fio. “Em uma região onde os dentes são apertados, inserimos a fita, ao tracionarmos as pontas, ela modela como um fio”, diz Mauro.
Fonte: www.saude.terra.com.br
12 dicas para uma saúde oral exemplar
Mais do que manter os dentes brancos e a boca fresca, uma boa saúde oral é a melhor arma contra a acumulação de placa bacteriana e tártaro, evitando assim males piores, como as cáries, mau hálito, gengivite ou periodontite.
- A regra de ouro para uma saúde oral exemplar é escovar os dentes três vezes ao dia, depois das refeições e durante dois minutos. Se não for possível lavar os dentes à hora do almoço, por exemplo, faça os possíveis para respeitar pelo menos as outras duas escovagens.
- Utilize fio dental antes de cada escovagem, é o aliado perfeito para chegar aos espaços onde a escova de dentes não chega (espaço entre os dentes, espaço entre os dentes e as gengivas), evitando assim a formação de placa bacteriana. Se não for possível passar o fio dental antes de cada escovagem, deve fazê-lo pelo menos à noite quando lavar os dentes antes de se deitar.
- A escolha de uma escova de dentes adequada é tão importante quanto a lavagem – opte sempre por uma escova de dentes com cerdos suaves ou, no máximo, médios.
- Para evitar o mau hálito, cada vez que lavar os dentes, escove também a língua.
- No que toca à escolha de uma pasta de dentes, saiba que a maioria contém flúor, o que significa que nenhuma é melhor que a outra. Tenha apenas atenção à concentração de flúor: a partir dos 6 anos de idade, a pasta de dentes pode conter entre 1000 e 1500 ppm de flúor. Evite o uso excessivo de pastas dentífricas branqueadoras uma vez que este tipo de produto contém ingredientes abrasivos que podem desgastar os dentes com o passar do tempo e uma utilização continuada.
- A utilização de um elixir bocal é a melhor forma de terminar, periodicamente, a lavagem dos dentes, sendo especialmente indicados os elixires com flúor. Estes produtos não devem, porém, ser utilizados em excesso pois podem desequilibrar o funcionamento natural da boca.
- Saiba cuidar da sua escova de dentes, respeitando a sua higiene e substituição periódica.
- Até aos 30 anos de idade, faça um check-up dentário anual; depois dos 40 anos de idade, vá ao dentista duas vezes por ano.
- Para além de serem um dos principais culpados da alteração da cor dos dentes, o café e o tabaco em excesso também podem danificar os dentes.
- Evite o consumo excessivo de doces e refrigerantes, lavando muito bem os dentes após a sua ingestão.
- Se sentir os dentes sensíveis, as gengivas inchadas, vermelhas ou a sangrar, consulte imediatamente o seu dentista.
- A prevenção é mesmo o melhor remédio e fazer da higiene oral diária uma rotina é fundamental para dentes e uma boca sã. Em contrapartida, uma boca saudável auxilia uma dicção clara e correta, assegura um sorriso bonito, ajuda a manter um bom hálito, contribui para o estado geral da sua saúde, facilita o mastigar dos alimentos, reduz a probabilidade de doenças dentais e de boca, reduz as despesas (muitas vezes elevadas) relacionadas com a saúde oral, assegura que mantenha os seus dentes naturais ao longo de toda a vida
fonte: http://gengiva.com/
Diastema: dente separado é charme ou problema bucal?
Na
infância os dentes separados não comprometem a saúde bucal na maioria dos
casos, depois disso, precisa de tratamento
Diastema, também conhecido como
“dentes separados”, é o espaço entre dois dentes (na maioria dos casos, nos
dois superiores da frente) que algumas pessoas acham defeito estético e outras
um verdadeiro charme.
O diastema, que na verdade pode
ocorrer em qualquer lugar da arcada superior ou inferior, nem sempre é sinal de
problemas com a saúde bucal. “Se o diastema for nos dois dentes da frente,
geralmente não há problemas para a saúde bucal e a indicação do tratamento vai
depender da necessidade estética ou do comprometimento da dicção”, diz Patrícia
de Freitas, professora do Departamento de Dentística da Faculdade de
Odontologia da USP.
Agora, se o diastema for nos dentes
posteriores, que têm a função de mastigação, o problema deixa de ser estético e
passa a ser perigoso para a saúde da boca. Isso porque o espaço entre os dentes
vai servir de “esconderijo” de muitos restos alimentares, o que pode causar dor
e inflamação da gengiva. “Se a inflamação persistir sem tratamento, pode
ocorrer perda de osso ao redor do dente e ainda comprometer a permanência dele
na arcada”, diz a especialista.
Diastema e as fases da vida
Na infância, o diastema é bastante comum, sendo presente em quase 80% das crianças. Nessa fase, os dentes separados não comprometem a estética e até dão uma certa graça ao sorriso dos pequeninos. “Além disso, a presença do diastema na dentição de leite ajuda positivamente o alinhamento espontâneo dos dentes frontais superiores permanentes durante a dentição mista”, diz Patrícia. Segundo a especialista, com o passar do tempo, esse diastema regride e fecha-se espontaneamente ao final da dentição mista.
Na infância, o diastema é bastante comum, sendo presente em quase 80% das crianças. Nessa fase, os dentes separados não comprometem a estética e até dão uma certa graça ao sorriso dos pequeninos. “Além disso, a presença do diastema na dentição de leite ajuda positivamente o alinhamento espontâneo dos dentes frontais superiores permanentes durante a dentição mista”, diz Patrícia. Segundo a especialista, com o passar do tempo, esse diastema regride e fecha-se espontaneamente ao final da dentição mista.
Já com a dentição totalmente
permanente, o diastema pode ser causado pela diferença de tamanho dos dentes
que nasceram ou pela falta de alguns deles na arcada. A demora na troca dos
dentes de leite por permanentes, por fatores genéticos, hereditários ou ainda
hábitos bucais de sucção como chupar o dedo ou chupeta também podem causar a
separação dental.
Tratamentos
Como não é possível evitar o diastema, a melhor opção é procurar o tratamento ideal. Entre as opções estão os aparelhos ortodônticos ou as restaurações estéticas com resina ou cerâmica. No caso dos tratamentos com restaurações é pouco provável que o diastema volte. Porém, no caso do uso do aparelho ortodôntico o acompanhamento de um dentista é fundamental.
Como não é possível evitar o diastema, a melhor opção é procurar o tratamento ideal. Entre as opções estão os aparelhos ortodônticos ou as restaurações estéticas com resina ou cerâmica. No caso dos tratamentos com restaurações é pouco provável que o diastema volte. Porém, no caso do uso do aparelho ortodôntico o acompanhamento de um dentista é fundamental.
fonte: http://saude.terra.com.br/
A relação entre a boca e a postura
Vários estudos têm demonstrado que existe uma íntima relação entre a boca, mais especificamente a forma de posicionar os dentes chamado cientificamente de oclusão dentária, com a postura do indivíduo.
Isso ocorre porque na maior parte das vezes o hábito de fechar a boca incorretamente é causado por alterações na articulação têmporo-mandibular (ATM) ou pela forma de respirar, pois os que respiram pela boca, além de terem dentes mal posicionados possuem uma má postura notória e o problema não está nos dentes em si mas nas estruturas ósseas relacionadas a eles.
Esta alteração é mais evidente na coluna cervical (pescoço) mas como o corpo vai se adaptando, por compensação toda a coluna acaba por ser afetada por esta alteração inicial na cabeça.
A articulação da mandíbula está intimamente ligada a postura pois o seu posicionamento interfere diretamente na postura da cabeça em relação ao corpo e segundo autores, isto deve-se ao processo de evolução do ser humano.
De acordo com esta teoria a má postura corporal pode ser causada pelas alterações do posicionamento da ATM e pelas alterações respiratórias e ao modificá-las torna-se mais fácil corrigir toda a postura do indivíduo. Da mesma forma quem for corrigir a postura corporal deve ter atenção à ATM e a forma do indivíduo respirar para alcançar o sucesso pretendido.
Sponsor
Carreira
- Dr. Artur José Carreira
- São Paulo, Butantã, Brazil
- Graduado e especializado pela USP, clínico há 25 anos, mestre,professor por 12 anos da UCCB, ministrador da APCD,professor de pós graduação e especialização.
