A relação entre a boca e a postura
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Dr. Artur José Carreira
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Vários estudos têm demonstrado que existe uma íntima relação entre a boca, mais especificamente a forma de posicionar os dentes chamado cientificamente de oclusão dentária, com a postura do indivíduo.
Isso ocorre porque na maior parte das vezes o hábito de fechar a boca incorretamente é causado por alterações na articulação têmporo-mandibular (ATM) ou pela forma de respirar, pois os que respiram pela boca, além de terem dentes mal posicionados possuem uma má postura notória e o problema não está nos dentes em si mas nas estruturas ósseas relacionadas a eles.
Esta alteração é mais evidente na coluna cervical (pescoço) mas como o corpo vai se adaptando, por compensação toda a coluna acaba por ser afetada por esta alteração inicial na cabeça.
A articulação da mandíbula está intimamente ligada a postura pois o seu posicionamento interfere diretamente na postura da cabeça em relação ao corpo e segundo autores, isto deve-se ao processo de evolução do ser humano.
De acordo com esta teoria a má postura corporal pode ser causada pelas alterações do posicionamento da ATM e pelas alterações respiratórias e ao modificá-las torna-se mais fácil corrigir toda a postura do indivíduo. Da mesma forma quem for corrigir a postura corporal deve ter atenção à ATM e a forma do indivíduo respirar para alcançar o sucesso pretendido.
Adoçantes: implicações para os dentes e a nutrição
O adoçante substitui o açúcar?
O adoçante é considerado um substituto do açúcar em relação ao paladar, no entanto, é preciso esclarecer que, enquanto o açúcar é calórico, os adoçantes podem ou não conter calorias.
O adoçante é considerado um substituto do açúcar em relação ao paladar, no entanto, é preciso esclarecer que, enquanto o açúcar é calórico, os adoçantes podem ou não conter calorias.
Os adoçantes evitam a cárie dental?
O açúcar ou sacarose é o alimento principal das bactérias que provocam cárie. Os adoçantes não são aproveitados por elas da mesma forma; logo, quando há oferta de adoçantes substituindo a sacarose, o número de bactérias diminui. No entanto, é muito importante lembrar que vários fatores atuam em conjunto para provocar a cárie; assim, a prevenção não pode ser direcionada para um único fator. Além disso, a substituição da sacarose por outros tipos de carboidratos mais complexos (menos utilizados pelas bactérias), seria a escolha mais saudável.
Desde que os adoçantes sejam ingeridos dentro da quantidade recomendada (muitos produtos dietéticos possuem em seu rótulo a dose máxima diária), não há problema. Deve-se tomar cuidado com os adoçantes constituídos de álcool poliídrico (sorbitol, xilitol, maltitol), que não devem ultrapassar a dose de 50 g/dia sob risco de provocarem diarréia. Outro fato a ser lembrado é que o aspartame, por ter fenilalanina, é contra-indicado para pacientes fenilcetonúricos (que não conseguem metabolizar a fenilalanina), sendo este distúrbio muito raro na população (1:16.000).
As crianças podem ingerir adoçantes?
Sim, as crianças podem ingerir adoçantes, mas normalmente recomenda-se apenas para aquelas que realmente têm indicação para o seu uso, como as diabéticas e, em algumas situações, as obesas (indicação médica). No entanto, em relação às crianças com risco aumentado para a cárie dental, o ideal é manter um controle na ingestão de sacarose, tanto na freqüência quanto na quantidade, e reforçar os outros meios preventivos.
O açúcar em forma de sacarose faz falta para crianças?
O açúcar é um alimento considerado uma fonte importante de carboidrato de absorção rápida.
Atualmente, têm-se dado maior ênfase à utilização de carboidratos complexos em detrimento dos simples (de absorção rápida), não apenas devido ao aumento da prevalência de obesidade infantil, mas também como uma forma de prevenção de cárie. Portanto, desde que os carboidratos sejam consumidos na quantidade recomendada (55-60% do valor calórico total da dieta), não há necessidade de se consumir especificamente o açúcar, podendo ser ingerido outro tipo de alimento que seja fonte desse nutriente, principalmente os não-processados, como os integrais.
O uso indiscriminado de refrigerantes diet (com adoçante) faz mal à saúde?
Como ocorre com qualquer alimento, o uso indiscriminado dos adoçantes não é indicado, devendo, portanto, haver moderação. Alguns adoçantes sintéticos como aspartame, sacarina, acesulfame-K e sucralose são aprovados pela Food and Drug Administration (FDA) e, portanto, têm uma regulamentação maior para às doses máximas recomendadas. Os estevosídeos (stévia), apesar de muito utilizados na América do Sul, não são aprovados pelo FDA e, portanto, não têm uma regulamentação específica quanto a doses máximas permitidas. O ciclamato de sódio foi proibido pelo FDA, mas novos estudos comprovaram que a dose tóxica é muito alta, e, por isso, cogita-se a sua reaprovação. Os refrigerantes diet utilizam, em geral, uma mistura de aspartame, sacarina e ciclamato de sódio. A chance de se chegar à dose máxima desses componentes é, praticamente, teórica. Levando-se em conta que os estudos ora aprovam, ora condenam os diversos adoçantes, e tendo em vista que os órgãos controladores seguem os estudos para aprovarem ou não o uso, o mais sensato é utilizar pouco.
E em relação aos chicletes “sugar-free”?
São melhores que os que possuem açúcar, mas deve ser observada a quantidade recomendada. Além disso, o fato de não terem açúcar e estimularem a salivação faz com que ajudem na proteção contra a cárie. Isso vale principalmente para o chiclete com xilitol, pois esse adoçante tem uma ação antibacteriana.
As gestantes podem consumir produtos com adoçantes?
Sim, desde que tenham orientação para a ingestão de uma dieta equilibrada e não utilizem esses produtos em excesso. O aspartame poderia trazer problema no caso de a criança ser fenilcetonúrica, mas esse distúrbio, como dissemos, é muito raro. A sucralose (splenda) é liberada pela FDA para gestantes, pois ela não é absorvida no intestino.
fonte: Portal APCD
Piercings linguais de aço podem carregar risco adicional
Os piercings linguais não apenas oferecem perigos como dentes lascados e fraturados, danos à gengiva, doença periodontal e problemas com a fala, deglutição e mastigação, mas também podem abrigar biofilme bucal – aumentando os riscos de infecção.
Pesquisadores na Áustria estudaram 85 pessoas com piercings linguais. Após examinar a saúde bucal dos participantes, eles distribuíram aleatoriamente a eles piercings estéreis feitos de quatro diferentes materiais: aço inoxidável, titânio e dois tipos de plástico. Os participantes foram examinados novamente após duas semanas.
Os cientistas verificaram que embora os canais dos piercings dos participantes apresentassem baixas contagens bacterianas, os piercings feitos de aço pareceram promover o desenvolvimento de um biofilme – uma fina camada de micro-organismos que adere à superfície de uma estrutura. Tipos de bactérias associadas com infecções por estafilococos foram encontrados nos piercings de aço e titânio, levando os pesquisadores a concluir que os pinos de metal aumentam os riscos de complicações caso o canal do piercing fique infectado.
A ADA adverte contra os piercings bucais – incluindo aqueles de língua, lábios, bochechas e úvula – pois eles podem interferir na fala, mastigação e deglutição. Eles podem, ainda, causar complicações como salivação excessiva; infecção; dentes lascados ou fraturados; lesões gengivais; sangramento descontrolado; danos às restaurações; danos nervosos; e hipersensibilidade a metais.
Pesquisadores na Áustria estudaram 85 pessoas com piercings linguais. Após examinar a saúde bucal dos participantes, eles distribuíram aleatoriamente a eles piercings estéreis feitos de quatro diferentes materiais: aço inoxidável, titânio e dois tipos de plástico. Os participantes foram examinados novamente após duas semanas.
Os cientistas verificaram que embora os canais dos piercings dos participantes apresentassem baixas contagens bacterianas, os piercings feitos de aço pareceram promover o desenvolvimento de um biofilme – uma fina camada de micro-organismos que adere à superfície de uma estrutura. Tipos de bactérias associadas com infecções por estafilococos foram encontrados nos piercings de aço e titânio, levando os pesquisadores a concluir que os pinos de metal aumentam os riscos de complicações caso o canal do piercing fique infectado.
A ADA adverte contra os piercings bucais – incluindo aqueles de língua, lábios, bochechas e úvula – pois eles podem interferir na fala, mastigação e deglutição. Eles podem, ainda, causar complicações como salivação excessiva; infecção; dentes lascados ou fraturados; lesões gengivais; sangramento descontrolado; danos às restaurações; danos nervosos; e hipersensibilidade a metais.
Associação Dental Americana- 2011
Nível de vitamina D em gestante pode levar bebê a ter mais cáries
Níveis baixos de vitamina D durante a gestação estão associados ao desenvolvimento de cáries em recém-nascidos, relatam pesquisadores.
Os cientistas estudaram 134 gestantes com idade média de 19 anos. Todas forneceram informações sobre seu comportamento relacionado à saúde e nível socioeconômico e realizaram exames de sangue para avaliação dos níveis de vitamina D.
Ao atingirem a idade média de 1 ano, as crianças realizaram exames dentários e as mães preencheram outro questionário sobre fatores de saúde e comportamentais. Aproximadamente um terço das participantes estava deficiente de vitamina D. Além disso, o esmalte dentário de 22% dos recém-nascidos apresentava falhas ou desgaste e 23% tinham cáries.
Após o controle de outros fatores, eles descobriram que quanto menor fosse o nível de vitamina D da mãe, maior era o número de cáries de seus filhos. As falhas do esmalte e os níveis de vitamina D durante o pré-natal eram indicadores independentes de cáries.
Os autores reconhecem que o estudo, que foi publicado no periódico "Pediatrics", possui falhas. O estudo não foi randomizado e sua população era desfavorecida economicamente. Além disso, os pesquisadores não puderam controlar todos os fatores potencialmente associados às cáries.
Todavia, Robert J. Schroth, autor sênior do estudo e professor adjunto da Universidade de Manitoba, afirmou que "talvez esse seja o primeiro passo para a prevenção: garantir nutrição e níveis corretos de vitamina D durante o pré-natal".
Fonte: Nicholas Bakalar The New York Times (http://noticias.uol.com.br/saude)
ACUPUNTURA NA ODONTOLOGIA
Acupuntura na odontologia. Conhecida e desenvolvida pelos chineses em tempos remotos, tornou-se hoje uma opção a mais de terapia, em que o profissional, além de adquirir novos conhecimentos, encontra um campo aberto a novas pesquisas na área de Saúde.
A acupuntura tem se destacado devido ao grande número de trabalhos científicos publicados recentemente, que muito têm contribuído para a sua compreensão. Um grande número de profissionais já aderiram à prática, em razão da sua eficácia. Nos Estados Unidos, por exemplo, a cada ano são realizados de 9 a 12 milhões de tratamentos por meio da Acupuntura, segundo estimativa da FDA (Food and Drug Administration).
Por Acupuntura entende-se o conjunto de conhecimentos teórico-empíricos que visa à terapia e à cura das doenças através de aplicação de agulhas e de moxas, além de outras técnicas. Visando estimular a sua prática, a própria OMS, através de seu diretor geral, em 1990, na França, oficializou amplo apoio à Acupuntura. No Brasil, desde 1995, o Conselho Federal de Medicina reconheceu a acupuntura como uma especialidade.
Origem e Desenvolvimento
Acredita-se que a Acupuntura já era conhecida e praticada na Idade da Pedra. Achados arqueológicos em várias partes da China confirmam essa hipótese; junto a outros instrumentos de cura, foram encontradas agulha de pedra, que eram diferentes das de costura. A sua prática desenvolveu-se como um segredo de família, transmitida somente aos membros pertencentes ao clã, até a época do legendário Imperador Amarelo, tendo sido escrito em vinte e quatro volumes o Nei-Ching, o primeiro livro que tratou detalhadamente da Acupuntura. À partir de então, a técnica foi aperfeiçoada, e as agulhas, inicialmente de pedra, hoje são fabricadas com ligas de prata, ouro e aço inoxidável.
No ocidente, as primeiras referências à Acupuntura chegaram através dos missionários jesuítas, sendo que os seus relatos, apesar de serem interessantes, eram vagos. Somente em 1928, pela publicação do relato de Soulié de Morant, de forma completa e acurada, pôde-se dispor de um tratado que, pelo seu conteúdo, serve de referência até os dias de hoje.
Princípios Gerais da Prática da Acupuntura:
Aplicação de agulhas
A Acupuntura consiste, conforme indica a origem da palavra (acus: agulha; punctura: punctura), na inserção, na profundidade de alguns milímetros, de agulhas finas, em pontos da pele especificamente determinados, em diferentes direções, dependendo da localização do ponto e do objetivo a ser alcançado, sendo deixadas por um determinado período de tempo e depois removidas.
Os meridianos
São linhas onde existem pontos distribuídos (pontos de acupuntura), que são associados a órgãos internos, e que se prolongam pelas partes principais do corpo e terminam nas pontas dos dedos das mãos ou dos pés. Na verdade, trata-se de um sistema de canais imateriais, no conceito dos chineses.
De uma maneira bem simplista, pode-se dizer que a prática da Acupuntura, prevenindo ou curando certas doenças, consiste na aplicação de agulhas em pontos (pontos de acupuntura) localizados nos meridianos, visando a tonificação ou sedação dos mesmos.
A acupuntura tem se destacado devido ao grande número de trabalhos científicos publicados recentemente, que muito têm contribuído para a sua compreensão. Um grande número de profissionais já aderiram à prática, em razão da sua eficácia. Nos Estados Unidos, por exemplo, a cada ano são realizados de 9 a 12 milhões de tratamentos por meio da Acupuntura, segundo estimativa da FDA (Food and Drug Administration).
Por Acupuntura entende-se o conjunto de conhecimentos teórico-empíricos que visa à terapia e à cura das doenças através de aplicação de agulhas e de moxas, além de outras técnicas. Visando estimular a sua prática, a própria OMS, através de seu diretor geral, em 1990, na França, oficializou amplo apoio à Acupuntura. No Brasil, desde 1995, o Conselho Federal de Medicina reconheceu a acupuntura como uma especialidade.
Origem e Desenvolvimento
Acredita-se que a Acupuntura já era conhecida e praticada na Idade da Pedra. Achados arqueológicos em várias partes da China confirmam essa hipótese; junto a outros instrumentos de cura, foram encontradas agulha de pedra, que eram diferentes das de costura. A sua prática desenvolveu-se como um segredo de família, transmitida somente aos membros pertencentes ao clã, até a época do legendário Imperador Amarelo, tendo sido escrito em vinte e quatro volumes o Nei-Ching, o primeiro livro que tratou detalhadamente da Acupuntura. À partir de então, a técnica foi aperfeiçoada, e as agulhas, inicialmente de pedra, hoje são fabricadas com ligas de prata, ouro e aço inoxidável.
No ocidente, as primeiras referências à Acupuntura chegaram através dos missionários jesuítas, sendo que os seus relatos, apesar de serem interessantes, eram vagos. Somente em 1928, pela publicação do relato de Soulié de Morant, de forma completa e acurada, pôde-se dispor de um tratado que, pelo seu conteúdo, serve de referência até os dias de hoje.
Princípios Gerais da Prática da Acupuntura:
Aplicação de agulhas
A Acupuntura consiste, conforme indica a origem da palavra (acus: agulha; punctura: punctura), na inserção, na profundidade de alguns milímetros, de agulhas finas, em pontos da pele especificamente determinados, em diferentes direções, dependendo da localização do ponto e do objetivo a ser alcançado, sendo deixadas por um determinado período de tempo e depois removidas.
Os meridianos
São linhas onde existem pontos distribuídos (pontos de acupuntura), que são associados a órgãos internos, e que se prolongam pelas partes principais do corpo e terminam nas pontas dos dedos das mãos ou dos pés. Na verdade, trata-se de um sistema de canais imateriais, no conceito dos chineses.
De uma maneira bem simplista, pode-se dizer que a prática da Acupuntura, prevenindo ou curando certas doenças, consiste na aplicação de agulhas em pontos (pontos de acupuntura) localizados nos meridianos, visando a tonificação ou sedação dos mesmos.
Para que serve a acupuntura no tratamento odontológico?
É mais utilizada na analgesia dentária ou como complemento da anestesia. Há indicações eficazes, porém menos difundidas, como auxiliar na mobilidade dentária, correção ortodôntica e doença periodontal, bruxismo, ansiedade da cadeira do dentista e outros narrados pela literatura internacional. A acupuntura é útil também para analgesia pós-procedimentos odontológicos, fato comprovado cientificamente por estudos internacionais, à partir de resultado do "NIH Acupuncture Consensus Conference".
É mais utilizada na analgesia dentária ou como complemento da anestesia. Há indicações eficazes, porém menos difundidas, como auxiliar na mobilidade dentária, correção ortodôntica e doença periodontal, bruxismo, ansiedade da cadeira do dentista e outros narrados pela literatura internacional. A acupuntura é útil também para analgesia pós-procedimentos odontológicos, fato comprovado cientificamente por estudos internacionais, à partir de resultado do "NIH Acupuncture Consensus Conference".
A acupuntura substitui os tratamentos tradicionais?Não. O seu papel é auxiliar, complementar ou otimizar o tratamento. Ela não tem nenhuma pretensão de substituir nada.
Aplicações na odontologia:
No pré-atendimento
Pode ser de grande valia a indicação da acupuntura para o paciente ansioso, estressado e com fobia ao tratamento odontológico, assim como para pacientes hipertensos e portadores de doenças sistêmicas, possibilitando um atendimento menos traumático. Nos casos de cirurgia, esse condicionamento prévio pode resultar numa melhor condição de hemostasia e num pós-peratório mais tranqüilo.
Pode ser de grande valia a indicação da acupuntura para o paciente ansioso, estressado e com fobia ao tratamento odontológico, assim como para pacientes hipertensos e portadores de doenças sistêmicas, possibilitando um atendimento menos traumático. Nos casos de cirurgia, esse condicionamento prévio pode resultar numa melhor condição de hemostasia e num pós-peratório mais tranqüilo.
Durante o atendimento odontológico
A analgesia tem sido descrita como uma aplicação das mais utilizadas, tanto em procedimentos de Dentística, Endodontia, Periodontia e em Cirurgia, sendo um procedimento menos traumático que a anestesia convencional.
Como tratamento de suporte
A Acupuntura pode ser coadjuvante no tratamento da disfunção da ATM (articulação têmporo-mandibular), do trismo, bruxismo, além de outras sintomatologias mastigatórias miofasciais. É de grande valia a efetividade no controle da dor nesses casos.
No pós-operatório
O controle da dor no período pós-cirúrgico possibilita ao paciente um certo grau de conforto, além de um menor consumo de medicamentos. Pacientes que passaram por radioterapia na região de cabeça e pescoço também podem se beneficiar com o uso da Acupuntura.
Como pode ser observado, existem várias indicações odontológicas para o uso da Acupuntura, que vão sendo aos poucos incorporadas à prática clínica, de acordo com a sua comprovação científica.
A analgesia tem sido descrita como uma aplicação das mais utilizadas, tanto em procedimentos de Dentística, Endodontia, Periodontia e em Cirurgia, sendo um procedimento menos traumático que a anestesia convencional.
Como tratamento de suporte
A Acupuntura pode ser coadjuvante no tratamento da disfunção da ATM (articulação têmporo-mandibular), do trismo, bruxismo, além de outras sintomatologias mastigatórias miofasciais. É de grande valia a efetividade no controle da dor nesses casos.
No pós-operatório
O controle da dor no período pós-cirúrgico possibilita ao paciente um certo grau de conforto, além de um menor consumo de medicamentos. Pacientes que passaram por radioterapia na região de cabeça e pescoço também podem se beneficiar com o uso da Acupuntura.
Como pode ser observado, existem várias indicações odontológicas para o uso da Acupuntura, que vão sendo aos poucos incorporadas à prática clínica, de acordo com a sua comprovação científica.
Sponsor
Carreira
- Dr. Artur José Carreira
- São Paulo, Butantã, Brazil
- Graduado e especializado pela USP, clínico há 25 anos, mestre,professor por 12 anos da UCCB, ministrador da APCD,professor de pós graduação e especialização.
