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Uma infecção no dente sem o devido tratamento pode causar sinusite, dores nos ossos e até um abscesso cerebral


 Um abscesso dentário é o acúmulo de pus no dente ou na gengiva por conta de alguma infecção bacteriana. Embora não seja um problema bucal tão grave, se for negligenciado ou não tiver o devido tratamento, pode ter desdobramentos mais sérios, como febre, vômito, diarréias e até, em casos mais raros, se transformar em um abscesso cerebral.
Apesar de um pouco assustador, a periodontista Lucélia Ramiro Paes garante que esse é um mal relativamente fácil de se evitar. “Um abscesso está normalmente associado a uma higiene bucal fraca ou a uma dieta muito rica em açúcar. Quando esses dois fatores acontecem juntos então, as chances de infecção aumentam”, diz a especialista. 
Um abscesso está normalmente associado a uma higiene bucal fraca ou a uma dieta muito rica em açúcar Foto: Adam Gregor / Shutterstock
Um abscesso está normalmente associado a uma higiene bucal fraca ou a uma dieta muito rica em açúcar
Foto: Adam Gregor / Shutterstock
Se o problema for diagnosticado logo no início, será feita uma incisão, a drenagem do abscesso para retirar o pus e higienização da região. Porém, em casos mais avançados, um tratamento de canal pode ser recomendado ou até e extração do dente. “É importante que o profissional fique atento para que essa infecção não se espalhe por outras partes da boca ou da cabeça”, diz a periodontista. 
Quando o caso é mais grave
Porém, quando o abscesso permanece na cavidade bucal por muito tempo sem o devido tratamento, é possível que ele acabe causando outros problemas, como uma sinusite – infecção das cavidades atrás das maçãs do rosto que estão cheias de ar, que causa dor facial, nariz entupido e febre.  
Outro desdobramento de um abscesso não tratado pode ser a Osteomielite. “Ela ocorre quando a infecção do dente se espalha pela corrente sanguínea e ataca um osso de qualquer parte do corpo. Essa doença vai se apresentar com vômitos, náuseas, febre e dores na região afetada. Mas para isso, a infecção tem que ser negligenciada por muito tempo e, portanto, é bem rara de acontecer”, diz Lucélia. 
Ainda mais raro é um abscesso dentário virar um abscesso cerebral. “Essa condição é bem remota, mas é possível sim, pois um abscesso cerebral pode ser originado pela propagação de uma infecção mal tratada em qualquer parte do crânio, inclusive no dente”, diz a especialista. Os sintomas dessa doença são dores de cabeça, confusão mental, febre, convulsões e fraqueza. 
Dentista pode diagnosticar
Segundo Lúcélia se o abscesso cerebral em questão tiver como causa uma infecção dental, pode ser diagnosticado por um dentista. “Neste caso, o paciente com o abscesso cerebral terá uma infecção dental severa e, portanto, o profissional da odontologia perceberá que a infecção se espalhou e indicará um especialista ao paciente. É dever do cirurgião-dentista estar cada vez mais atento às características de outras regiões da face e não se limitar apenas à cavidade bucal”, diz a especialista. 
Fonte:http://saude.terra.com.br/

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Proteja a moldura do seu sorriso


Lábios saudáveis e bem cuidados compõem um belo sorriso e, claro, a saúde como um todo. Expor-se muito ao sol sem protetor solar, fumar e beber em excesso são fatores que prejudicam a boca e podem causar, eventualmente, o câncer nos lábios.
Essa doença pode ser detectada por meio de exames de rotina feitos pelo cirurgião-dentista, segundo Paulo de Camargo Moraes, professor doutor na Faculdade São Leopoldo Mandic (Campinas-SP). “Ao observar a presença de placas brancas (leucoplasias), áreas avermelhadas (eritroplasias) ou úlceras, feridas que não cicatrizam. Aí, sim, poderemos já estar diante de um câncer”, esclarece.
dentista também é parte fundamental no diagnóstico e prevenção, realizando um bom exame clínico. “Ele pode efetuar biópsias e orientar os pacientes quanto à exposição ao sol”, diz Paulo.
“Em relação ao tratamento, cabe à especialidade médica responsável pela cirurgia de cabeça e pescoço. Mas é bom o dentista e o médico manterem contato, pois o tratamento multidisciplinar sempre é melhor que o individualizado”, lembra.

Exposição solar

O cirurgião-dentista explica que os raios solares incidem de forma mais intensa no lábio inferior, devido à angulação. “É recomendável que se proteja usando protetor solar labial quando se expuser ao sol”, diz Paulo.
Para cuidar não só os lábios,  mas também de todo o rosto e cabeça, a dica é usar chapéu de aba larga quando estiver em um local apropriado para isso –­ como em praia, piscina ou mesmo em evento ao ar livre. Na cidade, uma opção é andar pelas ruas com uma sombrinha (guarda-sol).

Tabagismo

Quem fuma deve ter atenção redobrada, já que a temperatura do cigarro é muito prejudicial à boca. Além disso, o tabaco escurece e mancha os dentes, ocasiona a halitose e a doença periodontal, sendo que esta leva também à perda dental.
“A brasa da ponta do cigarro chega muito próximo a mil graus, o que faz com que tenhamos um fator irritante na mucosa labial. À medida que o cigarro é consumido, mais perto do lábio a brasa vai ficando”, alerta o professor.

Álcool

“O álcool, principalmente o contido nas bebidas destiladas, destrói a camada superficial do epitélio, tecido que protege o lábio”, explica Paulo. Portanto, o consumo moderado e eventual é o recomendado para evitar prejuízos à saúde bucal e dos lábios
Fonte: http://aquitemsorriso.com.br/

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Gengivite na gravidez


As mulheres podem desenvolver mais facilmente a gengivite durante a gravidez, podendo progredir para a fase destrutiva da periodontite.

Devido à liberação de altos níveis de estrogênio e progesterona, existe uma maior vasodilatação, resultando na inflamação do tecido gengival. A resposta gengival ao estrogênio é semelhante a uma resposta exagerada aos irritantes locais. Por sua vez, a progesterona dilata os vasos sanguíneos causando inflamação e dificultando a reparação do colágeno, a proteína estrutural que dá suporte às gengivas.

Se a doença periodontal durante a gravidez não for tratada, pode levar a conseqüências mais sérias, inclusive podendo ser um dos fatores de risco para o parto prematuro e bebês de baixo peso.

Durante a gravidez recomenda-se estabelecer programas de prevenção da doença periodontal com os profissionais da saúde, sendo que em mulheres com um histórico familiar de periodontite, a necessidade da prevenção é ainda maior.

A escovação diária dos dentes, o uso de escovas interdentais e a utilização de enxaguatórios bucais são muito importantes nesta fase. Igualmente importante é o uso de produtos adequados para a correta higiene bucal. GingiKin B5 Creme Dental e GingiKin B5 Enxágue Bucal apresentam fórmulas perfeitas para  tonificar e fortalecer as gengivas durante a gravidez, proporcionando os ingredientes necessários para a prevenção da cárie dentária, controle e manutenção do biofilme e manter a gengiva forte no momento em que são mais sensíveis.

O objetivo é melhorar a saúde bucal durante a gravidez, ajudando também a reduzir o risco do trabalho de parto prematuro. Além disso, uma boa saúde bucal também pode ajudar na prevenção da cárie na mãe, reduzindo a transmissão das bactérias cariogênicas para a saliva da criança, e consequentemente o risco de cárie nos primeiros anos de vida.

Fonte: Sofia Villar - International Product Manager @ Laboratórios KIN - Barcelona (Espanha

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Ponha no prato alimentos que deixam dentes e gengivas saudáveis

Escova, pasta de dente e fio dental são indispensáveis para ter dentes saudáveis. Mas se engana quem pensa que eles são os únicos aliados da saúde bucal. A dentista Oneida Werneck, presidente da Sociedade Brasileira de Reabilitação Oral, explica que alguns alimentos são fundamentais para deixar dentes e gengivas saudáveis. "Eles não substituem os cuidados básicos com a saúde bucal, mas se somam a eles para conseguir dentes perfeitos." Que tal mudar a alimentação e distribuir mais sorrisos de hoje em diante?

Vitamina C

Oneida Werneck explica que a falta de vitamina C causa sangramento das gengivas e diminuição da massa óssea, o que pode levar a perda dos dentes. Mas é bom não exagerar no consumo de alimentos muito ácidos - como a laranja e o abacaxi, ricos em vitamina C - que causam desmineralização e deixam o dente mais poroso. E, ao tomá-los, use canudinhos, impedindo o contato direto com os dentes. Outra opção é fazer um bochecho com água pura ou mesmo tomar um copo de água para neutralizar o ácido logo após sua ingestão. "Não se aconselha a escovação dos dentes nesta hora, pois o atrito da escova com o esmalte descalcificado faz com que ele se desgaste ainda mais", recomenda a especialista.

Alimentos fibrosos

A mastigação de alimentos ricos em fibras, além de contribuir para a saúde gastrointestinal, tem a capacidade de promover a autolimpeza dos dentes, evitando a formação de placa bacteriana, a causadora de cáries e gengivite. "Além disso, frutas como maçã e pera podem substituir doces bem açucarados, os principais responsáveis pelas cáries", afirma Oneida Werneck.

Leite e derivados

O cálcio presente no leite e derivados dele é essencial para garantir ossos fortes e saudáveis. E o mesmo vale para os dentes. O nutriente é parte da composição dos dentes e, em níveis adequados, garante uma boa saúde a eles, principalmente durante a sua formação. Mas o cirurgião dentista Rodrigo Guerreiro Bueno de Moraes, consultor científico da Associação Brasileira de Odontologia (ABO), explica que esses não são a única fonte de cálcio. Folhas verdes escuras, como a couve, podem compensar essa demanda - especialmente para quem não gosta ou não tolera a lactose.

Água

"O consumo de água (com gás ou não)é importante para eliminar detritos, açúcares e ácidos", afirma Oneida Werneck. Além disso, a água das grandes cidades é fluoretada, que reforça a resistência do esmalte do dente. "Quando ingerido durante a formação dos dentes, isso é, até os doze anos de idade, o flúor torna os dentes muito mais resistentes à cárie por toda a vida".

Chiclete sem açúcar

Mascar chicletes sem açúcar entre as refeições estimula a formação desaliva, o que contribui para a limpeza dos dentes. O cirurgião dentista Rodrigo conta que essas gomas se tornam ainda mais valiosas quando providas do xilitol (veja o rótulo), um adoçante que ajuda o processo de remineralização dentária e contribui para a longevidade e a proteção dos dentes.

Alimentos crus

Para mastigar alimentos crus, geralmente é necessário fazer mais força com os ossos da mandíbula e do maxilar."Essa força deixa os ossos que sustentam os dentes mais fortes, garantindo firmeza a eles", conta Rodrigo Guerreiro. Mas não são apenas os alimentos crus, como maçãs, que ajudam, outros alimentos mais difíceis de mastigar (como a carne) também cumprem o papel.

Vitamina D


O papel mais conhecido da vitamina D é sua atuação na absorção dos minerais cálcio e fósforo, relacionados à formação óssea. "A vitamina D aumenta a eficiência da absorção intestinal de cálcio em até 40% e a de fósforo em 80%", afirma a nutricionista Thais Souza, da rede Mundo Verde. Essa influencia também aparece na arcada dentária, onde a vitamina D ajuda na fixação do cálcio nas bases ósseas e dentárias.
FONTE:http://www.minhavida.com.br/

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